Finanças com regra de produto
O produto trata contas, cartões, transferências, recorrências e faturas como fluxos conectados, não apenas como registros isolados.
Produto SaaS para organizar contas, cartões, despesas, receitas, transferências, faturas, gráficos, assinatura e suporte em uma experiência mobile-first.
O produto trata contas, cartões, transferências, recorrências e faturas como fluxos conectados, não apenas como registros isolados.
O fluxo considera período gratuito, pagamento via Mercado Pago e regras de acesso quando o plano vence.
A retaguarda acompanha clientes, pagamentos e chamados para que o produto publicado tenha operação além da interface principal.
O projeto nasceu da necessidade de organizar contas, cartões, receitas e despesas sem depender de planilhas extensas ou aplicativos que escondem a regra principal atrás de muitas telas. Para esse tipo de produto funcionar, a primeira decisão é tratar finanças pessoais como fluxo diário: lançar, revisar, acompanhar faturas, entender saldo e visualizar projeções sem esforço desnecessário.
Essa escolha influencia a interface e o modelo de dados. Conta, cartão, categoria, despesa, receita, transferência e fatura precisam se relacionar com consistência. Quando uma despesa entra no cartão, ela impacta a fatura. Quando uma transferência acontece, ela movimenta duas contas. Quando uma recorrência existe, ela precisa aparecer no mês certo sem duplicar informação.
A estrutura em Next.js permite entregar uma experiência rápida, responsiva e preparada para PWA. Supabase e Prisma ajudam a manter autenticação, persistência e modelo relacional com clareza. A integração com Mercado Pago entra como parte do produto, porque assinatura, período gratuito e bloqueio de acesso precisam conversar com a rotina financeira do usuário.
O painel administrativo também faz parte da arquitetura. Produto publicado precisa permitir suporte, acompanhamento de clientes, análise de pagamentos e resposta a chamados. Sem essa camada, o app até parece pronto para uso, mas fica frágil quando precisa operar com usuários reais.
Em um app financeiro, pequenas inconsistências quebram confiança rápido. Por isso, o foco ficou em separar cadastro, lançamento, fatura, saldo e projeção de forma que cada fluxo tivesse responsabilidade clara. A interface ajuda o usuário a agir, mas a regra precisa estar centralizada o suficiente para evitar divergência entre telas.
Esse projeto mostra bem meu jeito de trabalhar produtos digitais: começo pela rotina real, desenho a experiência em cima dela e só depois amplio recursos. A tecnologia entra para sustentar o fluxo, não para transformar uma necessidade simples em um sistema difícil de usar.
Depois que a base de lançamentos, faturas e assinatura fica estável, a evolução mais útil é ajudar o usuário a entender comportamento financeiro. Isso passa por relatórios mais claros, alertas de vencimento, visão por categoria, comparação entre meses e sinais simples de descontrole antes que a fatura feche.
Também existe espaço para conteúdo dentro da experiência: pequenas orientações, exemplos de organização e fluxos de onboarding que expliquem por que cadastrar cartão, conta e receita fixa logo no começo. Esse tipo de detalhe melhora retenção porque reduz a distância entre abrir o app e perceber valor real.